IMPRENSA
Ele representou a classe dos jornalistas em homenagem prestada pela Câmara Municipal e os Correios em razão dos 200 anos da Imprensa brasileira
Atendendo proposição da vereadora Edith Dias de Carvalho, a Câmara Municipal de Maringá outorgou na noite de quinta-feira (dia 5) o Mérito Comunitário e o brasão do município ao jornalista Rogério Recco, diretor da Flamma Comunicação Empresarial. A solenidade ocorreu logo após a sessão da Câmara e estavam presentes todos os vereadores, além da secretária de Cultura Flor Duarte, vários setores da imprensa de Maringá e convidados. Ao receber o Mérito “por relevantes serviços prestados ao município”, conforme explicou a vereadora, o jornalista estava representando a imprensa da cidade.
No mesmo evento, a agência dos Correios em Maringá, representada pelo seu diretor Carlos Roberto Braz Mariane, fez o lançamento de um selo comemorativo aos 200 anos da imprensa brasileira.

Vereadores Mário Hossokawa, John Alves Corrêa (presidente da Câmara), Edith Dias de Carvalho, o diretor da agência dos Correios de Maringá, Carlos Roberto Braz Mariane , e o jornalista Rogério Recco
Em seu pronunciamento, o jornalista Rogério Recco disse que os profissionais de comunicação “têm importante papel para o desenvolvimento do País”. Ele disse que apesar de o País contar com 3 mil títulos e 500 jornais diários que totalizam uma tiragem de 8 milhões de exemplares, só 45 em cada grupo de mil brasileiros têm acesso a essas publicações. Nos Estados Unidos esse número é de 250 e, no Japão, passa de 600.
De acordo com o jornalista, como não se pode esperar indefinidamente por investimentos em educação, “a imprensa pode ocupar um papel decisivo ao, pelo menos, estimular a leitura entre crianças e jovens”.
Ele citou dados de um levantamento recente, o qual apontou que mais da metade dos estudantes têm dificuldades com leitura e interpretação de textos. E também que 70% dos brasileiros são considerados “analfabetos funcionais”, ou seja, não entendem a palavra escrita. Em função disso, sugeriu que os jornais criem mais produtos específicos para os públicos, infantil e jovem. “Talvez seja um caminho a seguir no momento em que a imprensa comemora seus 200 anos”, completou.